Júlio Isidro esclarece fãs sobre estado de saúde

Após internamento e cirurgia, Júlio Isidro veio esclarecer a sua situação. Ele que foi fazer um cateterismo de rotina, para limpar umas artérias. “Não sei como é que se soube. Tudo combinado de forma discreta com o professor Manuel Pedro Magalhães uma pessoa que admiro há muitos anos. […] Não disse a ninguém, fui remoendo a ansiedade, e os dias passaram comigo a representar o bem-disposto. Enervei-me com a final da Taça de Portugal e até deu para ir à antestreia do Rocketman/Elton John. Claro que chorei naquela viagem de volta aos anos 60/70. Hoje às sete da manhã, transportado pela Sandra Isidro e com o apoio da Mariana Isidro do Carmo, enquanto a Francisca Isidro em ânsias no Colégio, cheguei ao Hospital da Cruz Vermelha”.

Que carinho, atenção e eficiência me trataram naquela aventura quase espacial de estar numa marquesa rodeado de tecnologia de filme de ficção, a ver um tubo a penetrar-me as entranhas, e a pesquisar o meu coração, onde até agora ninguém tinha mexido. Fiz um cateterismo com angiografia […] Estive sempre atento ao ecrã porque não sou menino de fazer fitas, ai que está a doer”.

 

Concluí que sou mais bonito por dentro do que por fora. O programa acabou bem embora a preto e branco e fiquei a saber que tenho coração para mais uns cem mil quilómetros. Se uma coisa é ter bom coração, outra é ter um coração bom. Eu desejo o dois em um e faço por isso. Só não sei o que aconteceu para algumas televisões darem notícia de que estava internado na Cruz Vermelha e da sequente onda tsunami de contactos nas redes sociais. Fiz o pós-operatório com a Sandra, a Mariana e a minha sogra, a tranquilizar tantos amigos, conhecidos, desconhecidos e reconhecidos que temiam perder o dinossauro da televisão”.

Tantas reações inesperadas num caso que tratei discretamente porque não quero contradizer-me no meu princípio de recusar a especulação “dramatizante do artista”. Como aconteceu, só tenho que garantir que estou em forma para vos entreter em televisão e na rádio por mais uns tempos. mesmo para aqueles que em silêncio se interrogam: – Quando é que aquele gajo se reforma! No meu coração existia uma assoalhada para os eleitos, neste caso eleitas, a Sandra, a Inês, a Mariana, a Francisca e as manas. Agora abri um enorme salão mesmo na aurícula ao lado para receber os muitos milhares de amigos que hoje me disseram com preocupação, carinho e esperança que gostam de mim”.

 

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