Namoradas confessam morte e desmembramento de Diogo Gonçalves e revelam detalhes com frieza

Maria Malveiro e Mariana Fonseca confessaram que se inspiraram na série policial ‘Dexter’ para planear e concretizar o homicídio e o desmembramento do corpo de Diogo Gonçalves. 

Segundo o Jornal de Notícias, a segurança, de 19 anos, e a enfermeira, de 23, mostraram frieza enquanto explicaram os detalhes macabros à PJ e ao juiz do Tribunal de Portimão. A única preocupação das duas namoradas foi que não fossem separadas na prisão onde se encontram. Estão em prisão preventiva, em Tires, suspeitas de homicídio, profanação de cadáver e furto.

Diogo era técnico de informática e conheceu Maria no hotel onde trabalhavam. Contou-lhe que recebeu uma indemnização  pela morte da mãe, atropelada em 2016. Segundo a publicação, o jovem dava-lhe prendas para a conquistar, mas Maria estava apaixonada por Mariana. Planearam então as duas o crime. Combinaram o encontro com o jovem, em Algoz, a 20 de março.

Maria subiu ao apartamento de Diogo e a namorada esperou no carro enquanto ela preparava tudo.  Começou por drogar Diogo colocando ‘Diazepam’ (calmante) num sumo de laranja. Depois, prometeu-lhe fazer uma dança sensual e, por isso, mandou-o sentar numa cadeira e fechar os olhos enquanto lhe amarrava as mãos.

Já com ele amarrado chamou a namorada. Assim que se apercebeu do que estava a acontecer,  Diogo tentou soltar-se. Porém, Maria aplicou-lhe um golpe ‘mata-leão’ e apertou-lhe o pescoço até a enfermeira confirmar que já estava morto.

De seguida, com uma navalha cortaram-lhe o polegar e o indicador da mão direita para mais tarde conseguirem desbloquear os telemóveis através das impressões digitais. Levaram o corpo no porta-bagagens do carro da vítima e regressaram a casa, em Lagos, para dormir.

Aprendeu na série que arrancar os dentes da vítima ia dificultar o reconhecimento. No entanto, Maria não conseguiu fazê-lo. No dia seguinte, com um cutelo, cortaram as mãos, os antebraços, os pés e a cabeça e guardaram em sacos de plástico, na bagageira do carro.

A publicação revela que no dia 22 foram a Sagres, onde abandonaram o carro da vítima e uma parte do corpo. Dois dias depois, foram a Lagos e Tavira onde se desfizeram das outras partes do corpo, que foram recuperadas no dia 26.

Durante estes dias, as suspeitas fizeram transferências levantamentos e pagamentos com o cartão multibanco, no valor de pouco mais de dois mil euros.

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