Família de Tânia Ribas de Oliveira de luto

Tânia Ribas de Oliveira e família encontram-se de luto, depois de o seu fiel amigo, o Bauer, um cão que estava na família desde 2007 ter falecido. “Morreu-nos o Bauer. Morreu-nos, sim. O bauer chegou-nos em 2007, éramos miúdos sem filhos e cheios de sonhos. Vivemos os três sozinhos durante cinco longos anos e quando o Tomás chegou, ele recebeu-o com amor. Se calhar, já sabendo que vinha aí um grande amigo, que hoje chora a sua partida”.

Morreu-nos o Bauer: o nosso melhor amigo. Dos quatro. Sempre grato e cheio de amor, fosse com os miúdos ainda a gatinhar em cima dele, fosse diariamente a recebe-los da escola cheios de histórias para contar. Sempre pronto, feliz, ouvinte, altruísta e paciente”.

Passámos férias os cinco em todo o país, vivemos todos os dias colados uns aos outros, amparámos-lhe os primeiros passos e as últimas quedas, levámo-lo ao colo no início e no fim e pela vida toda, que não sendo com ele, será sempre. ‘Obrigada, meu amor. Por tudo o que nos deste’, dissemos-te ao ouvido e esperamos que te tenha ficado gravado na alma, querido”.

Partiste no nosso abraço e julgo que sabes o quanto te amamos e o quanto nos estás gravado como tatuagem. Não sabemos o que é viver sem ti, mas prometemos aprender. E tu, nosso Cão bonito, vais deixar em nós os extremos de todos os sentimentos: o vazio escuro de ouvir os teus passos na surdez da casa, de irmos lançados com mimos para a taça da tua comida que já está guardada, de não nos irmos deitar sem te passear, quando tu já vagueias nas nuvens… e, por outro lado, deixas uma herança de amor absoluto e sem porquês, de um ou outro pelo colado à nossa roupa, do olhar mais bonito e apaixonante que viverá para sempre na nossa memória. Agora, desculpa, mas devias estar aqui”.

O que fazemos à tristeza que a tua ausência nos deixou? Eles não sabem o que é viver sem ti e nós em, sabendo, já não nos lembramos. Mas prometemos honrar aquilo com que nos brindaste a vida toda: amor. Os melhores catorze anos das nossas vidas, foram passados ao teu lado. Nunca te saberemos agradecer o suficiente. Mas ‘obrigada’ é tudo o que tenho agora. O resto, é saudade a ecoar no vazio. Obrigada, Bauerzinho”.

 

 

 

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