Rui Oliveira conta em direto ter enganado Goucha

Em entrevista intimista, Goucha, esteve à conversa com o seu marido nas tardes da TVI! Rui Oliveira acabou por revelar alguns pormenores da vida em casal, que dura há 21 anos! No segundo programa de “Goucha” falaram de amores e da relação que os une.

Há 21 anos juntos, Goucha tomou a iniciativa e perguntou… “Por que é que te apaixonaste por mim?”, ao que este respondeu… “Fui convidado por umas pessoas para um jantar de Santo António e foi onde te encontrei. Quem me levava ao jantar apresentou-me como se eu fosse um titulado qualquer, e eu brinquei com isso, e claro que era uma brincadeira, foi a primeira vez que te vi pessoalmente”.

 

“Conheceste-me e que é certo que estamos juntos há 21 anos”, retorquiu Goucha. “Pois é, mas quando te conheço, é evidente que estávamos numa brincadeira, e à saída do restaurante acho que nos abraçámos e tu derreteste-te a rir. Passados uns dias, eu estava em casa e tu tocaste à campainha”, disse Rui.

Ao que parece afinal foi o Goucha quem teve a iniciativa… “Então fui eu que me atirei”.

Não é fácil viver contigo, como não deve ser fácil viver com pessoas que têm o mesmo trabalho. São pessoas com o ego muito grande, e que temos de nos habituar a isso. Temos de aceitar ou não viver com essa pessoa. Houve momentos em que não sabia como atuar. Era a primeira vez que vivia com um homem, embora tivesse tido relacionamentos com homens nunca tinha vivido com homens, vivi sempre com mulheres, era o primeiro relacionamento que ia ter com um homem… e no início eu, não sei se te lembras, disse: ‘Não vim para destruir, eu vim para construir’”, revelou Rui.

“Temos construído muito porque nos complementamos muito um no outro, apesar de diferentes, comungamos para remar no mesmo barco”, disse ainda Rui. “O nosso casamento prossegue porque temos sentimos que nos ligam, e depois já foram tantas as lutas que tivemos que são marcos importantes de conquista, que não podem desvanecer de um momento para o outro. Sabemos que todos os casais têm problemas, e nós também os tivemos e se calhar ainda vamos ter, mas o importante é a solução e não o problema”, explica Oliveira.

 

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