Restaurantes exigem encerramento do restaurante da Assembleia da República

Igualdade, é o que pedem os restaurantes do Minho, ao exigirem o encerramento do restaurante da Assembleia da República. A União de Restaurantes do Minho interpôs mesmo uma providência cautelar para exigir o encerramento do restaurante da AR, enquanto todos os estabelecimentos similares estejam impedidos de abrir.

Tiago Carvalho, representante da associação, disse a providência cautelar visa a AR e a Nordigal – Indústria de Transformação Alimentar, que é a empresa que explora o restaurante autorizado a funcionar para “responder, durante o mês de janeiro, às necessidades, em particular, de deputados que, estando deslocados, têm dificuldade em encontrar soluções para jantar”.

 

O decreto do Governo que regulamenta o novo estado de emergência devido à pandemia de covid-19 entrou em vigor às 00h00 do dia 15 e decorre até 30 de janeiro e prevê o encerramento do comércio e restauração, sendo que esta pode, no entanto, funcionar em regime de ‘take-away’ ou entregas ao domicílio.

 

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