Silêncio do ‘dux’ sobre tragédia do Meco pode custar-lhe 1,3 milhões de euros

João Gouveia está a ser ouvido pelo Tribunal de Setúbal referente ao fim de semana fatídico em que morreram seis jovens na praia do Meco, ele, foi o único sobrevivente. “Lembro-me de não ter pé e começar a levar com todas as outras ondas”, disse o Dux! Nas suas declarações ao juiz, explica que tentou puxar a mão da Carina, e que acabou arrastado para dentro do mar. não sabe como se safou…

O julgamento do processo cível, em que as famílias dos seis jovens que morreram reclamam mais de 1,3 milhões de euros em indemnizações, arrancou hoje, terça-feira, 13 de abril de 2021. João Gouveia foi o primeiro a ser ouvido sobre a tragédia ocorrida a 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco, Sesimbra.

 

A defesa das famílias dos jovens sustenta que, “além da intervenção dos réus – o ‘dux’ João Gouveia e a COFAC – Cooperativa de Formação e Animação Cultural, CRL (Universidade Lusófona) -, estão em causa o funcionamento da organização denominada COPA [Comissão Oficial de Praxes Académicas] no seio da ULHT [Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias] e atividades praxistas levadas a cabo ao longo dos anos”.

Para a defesa, estão também em causa as atividades praxistas levadas a cabo por João Gouveia durante o fim de semana de 13 e 14 de dezembro de 2013, que culminaram com a morte dos seis jovens, bem como os “elevados danos sofridos” pelos seus pais.

 

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