Teresa Guilherme revela história sobre expulsão de Marco do Big Brother

História inédita foi revelada sobre a saída de Marco Borges do primeiro Big Brother, quando este deu um pontapé em Sónia. A apresentadora, Teresa Guilherme, lançou um livro, O Avesso do Direto, e neste revelou várias histórias dos bastidores da televisão, e esteve à conversa com Goucha no Você na TV a falar do livro.

Confessou ter pena da expulsão de Marco, pois era um concorrente muito divertido “Ele era um concorrente muito divertido. Era o motor da casa, fazia aquilo tudo movimentar”, tendo depois falado do dia após a expulsão “Confrontei-o e ralhei com ele. Fui o mais dura que consegui ser e ficou sempre aquela ideia que ele se ia vingar. Criou-se um grande clima em volta da agressividade do Marco”.

 

Depois da emissão, ele e o irmão estiveram à conversa com Teresa… “Fomos até ao camarim, bebemos um chá e estivemos à conversa. A dada altura, muito tempo depois, foram bater à porta. Uma coisa muito agitada… Eu fui abrir, estava imensa segurança… perguntei o que foi e disseram-me que não encontravam o Marco e o irmão. Andaram à procura deles no estúdio, sem saber onde é que aqueles dois se tinham enfiado”.

Há ainda outra história, esta relacionada com o reality show… “O Big Brother, no mundo, não tem apresentadores a falar para dentro da casa. Fui eu que introduzi isto e criou-se uma ideia que havia um botão vermelho em cima da mesa… disseram-me que eu carregava naquele botão e o botão ligava à casa. Era uma novidade”.

“Isto durou três anos, até ao Big Brother 3. Eu achava que punha a mão e, enquanto estivesse a carregar, falava para a casa”, depois disse que num dia tirou a mão e ficou aflita, pois consegui falar com os concorrentes e achou que a produção tinha solucionado o problema sem darem com o erro.

Mas depois da emissão, em conversa com o realizador foi pedir desculpa e agradecer e este disse “‘tu estás a brincar, certo? Aquele botão não liga à casa’. A reggie é que liga à casa, aquilo é fictício”.

Eu andei três anos com a mão parada em cima do botão! Como é que eu, uma produtora, ia acreditar que, num estúdio, qualquer pessoa podia passar e ligar à casa”.

 

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