António Costa diz “até agora não faltou nada aos hospitais e não é previsível que falte”

Primeiro ministro diz que estamos a atravessar uma fase difícil que terá efeitos prolongados na economia. Sempre de olhos postos no futuro, diz esperar voltar a beijar pessoas, abraçar e apertar a mão.

Relativamente aos meios disponíveis na área da Saúde diz que até “agora não faltou nada aos hospitais e não é previsível que falte”. Informando que o estado de emergência vigora até 2 de abril e que “Houve já um reforço de mil médicos e 1800 enfermeiros, um reforço da capacidade de resposta da linha de Saúde 24”.

 

Nos próximos dias irão chegar cerca de 280 mil testes para o Covid-19, e já foram adquiridos à China 500 ventiladores, esperando que cheguem em breve. Quanto ao achatar da curva, é necessária disciplina de todos.

 

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