Angélica Jordão e a experiência traumática de perder a filha à nascença

Comecei aos gritos e a arranhar-me”, recordou Angélica, depois de ter perdido a filha na semana passada. Uma experiência traumática de perder a filha à nascença. Foi a própria quem deu a conhecer a situação devastadora nas redes sociais, Lua, nasceu à 23ª semana de gravidez.

Esteve à conversa no programa Dois às 10, onde contou mais pormenores sobre a situação. “A 3 de maio comecei a senti-la menos e dois dias depois fui de manhã ao Centro de Saúde, onde usaram uma máquina em que se ouve os batimentos cardíacos. Disseram que estava baixo para um bebé”.

 

Acabou por se transferida para o Hospital de Faro, onde fizeram uma ecografia. E aí percebeu que algo estava de errado, pois a médica chamou uma colega. “Comecei aos gritos e a arranhar-me” tendo as médicas “mostraram o ecrã para mim e disseram que ela já não tinha qualquer tipo de batimento”.

Tiveram que avançar para o aborto, e depois ainda conseguiu ver o rosto da filha. “Era mesmo a cara do pai, é uma imagem que não me vou esquecer”.

 

 

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